Domingo o Santos se sagrou tri-campeão paulista.Eis um lindo exemplo de escárnio, bem como de mansidão. Não sei se teria pago aquela conta; mas tenho me sentido inclinado a sair um pouco do caminho para ajudar os inimigos da verdade, para que encontrem combustível para suas críticas contra mim. Sim, sim; serei ainda pior, lhes darei mais para reclamar. Por amor a Cristo, vou até o fim com a controvérsia e nada farei para aquietar a ira deles. Irmãos, se vocês adornarem um pouco, se tentarem salvar um pouco de sua reputação junto aos homens da apostasia, isso é ruim para vocês. Aquele que se envergonha de Cristo e de sua Palavra nesta geração má verá que, no fim, Cristo se envergonha dele.
A pós-modernidade está firmada sobre o tripé: pluralização, privatização e secularização. A pluralização diz que há muitas ideias, muitos valores, muitas crenças. Não existe uma verdade absoluta, tudo é relativo. A privatização diz que nossas escolhas são soberanas e cada um tem sua própria verdade. A secularização, por sua vez, coloca Deus na lateral da vida e o reduz apenas aos recintos sagrados. A família está nesse fogo cruzado. Caminha nessa estrada juncada de perigos, ouvindo muitas vozes, tendo à sua frente muitas bifurcações morais. Que atitude tomar? Que escolhas fazer para não perder sua identidade? Quero sugerir algumas decisões:
Em primeiro lugar, coloque Deus acima das pessoas. No mundo temos Deus, pessoas e coisas. Vivemos numa sociedade que se esquece de Deus, ama as coisas e usa as pessoas. Devemos, porém, adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas. A família pós-moderna tem valorizado mais as coisas do que o relacionamento com Deus. Vivemos numa sociedade que valoriza mais o ter do que o ser. Uma sociedade que se prostra diante de Mamom e se esquece do Deus vivo.
Em segundo lugar, coloque seu cônjuge acima de seus filhos. O índice de divórcio cresce espantosamente no Brasil. Enquanto os véus das noivas ficam cada vez mais longos, os casamentos ficam cada vez mais curtos. Um dos grande erros que se comete é colocar os filhos acima do cônjuge. Muitos casais transferem o sentimento que devem dedicar ao cônjuge para os filhos e isso, fragiliza a relação conjugal e ainda afeta profundamente a vida emocional dos filhos. O maior presente que os pais podem dar aos filhos é amar seu cônjuge. Pais estruturados criam filhos saudáveis.
Em terceiro lugar, coloque seus filhos acima de seus amigos. Muitos pais vivem ocupados demais, correm demais e dedicam tempo demais aos amigos e quase nenhum tempo aos filhos. Alguns pais tentam compensar essa ausência com presentes. Mas, nossos filhos não precisam tanto de presentes, mas de presença. Nenhum sucesso profissional ou financeiro compensa o fracasso do relacionamento com os filhos. Nossos filhos são nosso maior tesouro. Eles são herança de Deus. Equivocam-se os pais que pensam que a melhor coisa que podem fazer pelos filhos é deixar-lhes uma rica herança financeira. Muitas vezes, as riquezas materiais têm sido motivo de contendas na hora da distribuição da herança. Nosso maior legado para os filhos é nosso exemplo, nossa amizade e nossa dedicação a eles, criando-os na disciplina e admoestação do Senhor.
Em quarto lugar, coloque os relacionamentos acima das coisas. Vivemos numa ciranda imensa, correndo atrás de coisas. Muitas pessoas acordam cedo e vão dormir tarde, comendo penosamente o pão de cada dia. Pensam que se tiverem mais coisas serão mais felizes. Sacrificam relacionamentos para granjearem coisas. Isso é uma grande tolice. Pessoas valem mais do que coisas. Relacionamentos são mais importantes do que riquezas materiais. É melhor ter uma casa pobre onde reina harmonia e paz do que viver num palacete onde predomina a intriga.
Em quinto lugar, coloque as coisas importantes acima das coisas urgentes. Há uma grande tensão entre o urgente e o importante. Nem tudo o que é urgente é importante. Não poucas vezes, sacrificamos no altar do urgente as coisas importantes. Nosso relacionamento com Deus, com a família e a com a igreja são coisas importantes. Relegar esses relacionamentos a um plano secundário para correr atrás de coisas passageiras é consumada tolice. A Bíblia nos ensina a buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, sabendo que as demais coisas nos serão acrescentadas. Precisamos investir em nosso relacionamento com Deus e em nossos relacionamentos familiares, a fim de não naufragarmos nesse mar profundo da pós-modernidade!
Rev. Hernandes Dias Lopes (1ª IP Vitória-ES)
Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br
Será que os avanços tecnológicos na comunicação nos deixaram incapazes de confrontar as pessoas adequadamente? Afinal de contas, agora os empregadores podem enviar cartas de demissão por e-mail. E as pessoas podem criticar outras no Facebook e no Twitter, em vez de falar face a face. Talvez seja melhor colocar tudo isso de lado e imitar a maneira como Paulo se comunicou com Pedro quando eles discordaram.
Paulo teve de confrontar Pedro por ter comprometido a graça (Gálatas 2:11-16). Pedro vinha tendo comunhão com os gentios, mas, quando chegaram os judaizantes (que criam que os pecadores são salvos através de Jesus e da obediência à lei de Moisés), Pedro separou-se dos gentios. Ele os deixou no ostracismo, embora professasse ter união com eles. Vendo essa hipocrisia, Paulo, em amor e com entusiasmo, confrontou Pedro face a face por este se acovardar diante de um sistema legalista incapaz de transformar vidas. Com vigor, ele lembrou Pedro de que a graça leva à libertação da escravidão do pecado e à obediência a Deus.
Ter conversas corajosas com outros cristãos pode ser difícil, mas elas promoverão a pureza e a unidade. Podemos exercitar nossa responsabilidade mútua de falar a verdade em amor (Efésios 4:15) andando no poder do Espírito Santo.
Uma palavra bem escolhida pode ser muito eloquente.
UMA HERANÇA PIEDOSA
Por Vicent Cheung
Dou graças a Deus, a quem sirvo com a consciência limpa, como o serviram os meus antepassados, ao lembrar-me constantemente de você, noite e dia, em minhas orações. Lembro-me das suas lágrimas e desejo muito vê-lo, para que a minha alegria seja completa. Recordo-me da sua fé não fingida, que primeiro habitou em sua avó Lóide e em sua mãe, Eunice, e estou convencido de que também habita em você. (2 Timóteo 1.3-5)
Tradições humanas inventadas para neutralizar a palavra de Deus são ímpias e destrutivas, mas uma herança piedosa é algo belo. Ambos enfatizam a continuidade de crenças e práticas de geração para geração, mas enquanto as tradições humanas representam uma continuidade de rebelião contra o governo de Deus, uma herença piedosa representa fidelidade e uma dependência consciente da graça de Deus. Somente uma herança cristã é uma herança piedosa, e é a única cuja continuidade merece ser celebrada. Todas as outras tradições apresentam caminhos alternativos para o viver que afastam as pessoas da verdade e da vida eterna.
Paulo diz que ele serve a Deus com uma consciência limpa, como o fizeram os seus antepassados. Certo escritor comenta que, por essa declaração, o apóstolo reconhece que o cristianismo é uma continuação do judaísmo. Mas isso pode ser enganoso. Se por judaísmo nos referimos à religião do Antigo Testamento, de forma que os antepassados de Paulo referem-se àqueles que acreditaram e pregaram o seu Salvador prometido, então o cristianismo é de fato um cumprimento e continuação dessa religião. Mas o judaísmo não é a religião do Antigo Testamento. No tempo de Cristo, os judeus tinham rejeitado e pervertido tanto a palavra de Deus que assassinaram o cumprimento pessoal do Antigo Testamento. O próprio ministério de Cristo não foi uma continuação do ministério dos judeus ou fariseus, mas um rígido contraste a ele, com João o Batista, que condenava os judeus e fariseus, como o predecessor. Paulo teve que se converter da religião que estava servindo e voltar à fé do Antigo Testamento para retornar à vereda doutrinária coerente com a fé de Jesus Cristo. Seus antepassados não são os judeus e fariseus, mas aqueles profetas e anciãos que eles assassinaram.
Voltando à herança de Timóteo, Paulo menciona a fé de sua avó e mãe. Essa mesma fé agora habita em Timóteo. Visto que a fé de Timóteo é a fé de um cristão, quando Paulo se refere à fé de sua avó e mãe, é provável que ele tenha em mente a fé cristã também. Se Paulo tinha em mente a fé judaica, então uma delas ou ambas devem ter morrido antes de ouvir sobre a fé cristã, ou elas devem ter agora se convertido à fé cristã. Isso porque Jesus disse que se alguém crê em Moisés, então ele acreditará em Jesus, visto que Moisés falou sobre Jesus. Assim, ninguém que verdadeiramente creia no Antigo Testamento recusará crer em seu cumprimento, isto é, a mensagem de Jesus Cristo. E visto que a fé do Antigo Testamento é nada mais que uma fé prospectiva em Cristo, é muito apropriado chamá-la uma fé cristã também. Em outras palavras, quer no Antigo ou Novo Testamento, jamais houve qualquer fé verdadeira que não a fé cristã.
Timóteo é a terceira geração de crentes. Paulo usa esse fato para encorajar firmeza em seu pupilo. É necessário romper uma história de rebelião humana e tradições religiosos falsas, mas é algo louvável continuar uma herança piedosa. Algumas vezes não há em comum entre nossa herança espiritual e natural, e não existe nenhum bem espiritual em nossa linhagem natural. Talvez nossos pais e avós sejam pessoas ímpias e creiam em algumas coisas muito tolas. E quando Deus nos salva, ele não nos salva para continuar uma herança piedosa, visto que não existe nenhuma, mas para nos afastar de uma herança ímpia. Ele nos resgata das abominações de gerações anteriores, e nos mostra que não estamos presos às suas crenças e práticas.
Alguns dos nossos pais são ateus. Eles imaginam um mundo fantasioso onde não existe nenhum Deus para lhes dizer o que fazer e condená-los por seus muitos pecados. Ateísmo é um estado de ilusão severa, uma desordem mental causada pelo pecado. Ou, talvez nossos pais sejam aderentes de religiões não cristãs. Essas são alternativas ensinadas por demônios e aceitas pelas pessoas para evitar enfrentar a verdade sobre Cristo o Salvador e Juiz. Essa é também uma má função intelectual. Quer sejam da variedade religiosa ou ateísta, os não cristãos são estúpidos e insanos. Visite uma instituição mental e observe os maníacos. Alguns murmuram absurdos para si mesmos. Alguns gritam palavrões incoerentes. Outros espumam pela boca. Outros riem de nada. E ainda outros são violentos. Todos os não cristãos são interiormente assim durante todo o tempo. Mas Deus teve piedade de nós enquanto estávamos presos em nossas loucas ilusões, e nos resgatou do caos interior. Agora nossas mentes são claras. Agora encaramos a realidade e cremos na verdade. Ele nos salvou dos nossos ancestrais insanos, e de uma história de idolatria, incredulidade, assassinato, adultério, divórcio, materialismo, e coisas semelhantes.
Essa é a graça e o poder de Deus, que em Cristo podemos ter uma nova e gloriosa herança. Se nossa linhagem natural não tem nada em comum e não partilha disso, então não importa – Abraão é o nosso pai mediante a fé em Cristo, e nossos predecessores são os profetas e os apóstolos, e todos aqueles que fielmente serviram a Deus ao longo dos séculos. Essas pessoas não eram da nossa raça segundo a linhagem natural, mas se nos focarmos tanto em questões como raça, como muitas pessoas o fazem, então ficaremos sob a repreensão de Cristo: “Você não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens” (Mateus 16.23). Mesmo quando Paulo expressou sua preocupação pelos judeus, seu único foco era a salvação espiritual deles. Ele nunca expressou qualquer interesse na restauração da força econômica e política dos judeus. É quase como você desejaria que sua família natural fosse salva por Cristo. Preocupar-se com os seus compatriotas seria uma preocupação mais ampla do mesmo tipo, mas permanece uma preocupação primariamente espiritual, e não racial.
Fonte: Reflections on Second Timothy
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
Fonte: www.monergismo.com
Referência: Mateus 28.18-20
INTRODUÇÃO
1. O método de Cristo é a igreja
A estória: Quando Cristo terminou sua obra, e chegou ao céu, os anjos o receberam com exultante celebração. Um anjo perguntou-lhe: “Senhor, tu consumaste a obra da redenção, mas quem vai contar essa boa nova para o mundo inteiro?” Jesus respondeu: “Eu deixou doze homens preparados para essa tarefa”. Retrucou o anjo: “Mas, Senhor, e se eles falharem?”. Jesus respondeu: “Se eles falharem eu não tenho outro método”.
2. O tempo de agir é agora
Todos os quatro evangelistas deram ênfase à grande comissão. Lucas a repete no livro de Atos.
As últimas palavras de uma pessoa, são as mais importantes e urgentes. Essas foram as últimas palavras de Cristo.
Os campos já estão brancos para a ceifa. O tempo é agora.
3. A grande comissão envolve toda a igreja
O Congresso de Lausane definiu: “O propósito de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, em todo o mundo, a toda criatura”.
Você foi alistado para fazer parte dessa maior missão de resgate do mundo: Não do Katrina, não dos acidentes naturais, mas do maior acidente cósmico: a queda. Não de uma tragédia temporária, mas da perdição eterna.
I. A COMPETÊNCIA DO COMISSIONADOR – v. 18
Jesus tem toda autoridade (versão atualizada).
Jesus tem todo poder (versão corrigida).
Exemplo: o caminhão com 30 toneladas e o guarda. O caminhão tem poder, o guarda tem autoridade. Jesus tem poder e autoridade.
Esta declaração mostra que quem dá a ordem tem autoridade e competência para fazê-lo.
Isto tem duas implicações:
a) É condição básica de êxito sabermos que o nosso Deus é o maior – É esta certeza inabalável que nos dará as condições de enfrentar o inimigo e as circunstâncias adversas sem temer e sem vacilar.
b) Qualquer ordem dada pela autoridade máxima do universo exige atenção e respeito total – Ao proferir a ordem Jesus quer ser obedecido de forma clara, completa e urgente.
II. O CERNE DA GRANDE COMISSÃO – v. 19
Todos os verbos estão no gerúndio, mas FAZER DISCÍPULOS é uma ordem.
a) Jesus não mandou fazer fãs – quem precisa de fãs são os artistas.
b) Jesus não mandou fazer admiradores – Atores e jogadores de futebol é que buscam admiradores.
c) Jesus não mandou apenas evangelizar e ganhar almas, abandonando os bebês espirituais – Ele quer discípulos.
d) Jesus não mandou apenas recrutar crentes e encher as igrejas de pessoas – Ele quer convertidos maduros.
Um discípulo é um seguidor. Isso implica: 1) Fazer do Reino de Deus seu tesouro; 2) Renunciar tudo por amor a Jesus; 3) Isso significa guardar as palavras de Jesus.
Hoje temos muita adesão e pouca conversão. Temos grande ajuntamentos e pouco quebrantamento. Temos igrejas cheias de pessoas vazias de Deus e vazias de pessoas cheias de Deus. Temos grandes multidões de buscam as bênçãos, mas não a Deus. São religiosos, mas não discípulos de Cristo.
III. O ALCANCE DA GRANDE COMISSÃO – v. 19
“Fazei discípulos de todas as nações”.
A palavra nações é etnias. Onde houver um povo, com sua língua, cultura, raça, etnia ali o evangelho deve chegar. Ali Deus comprou com o sangue de Cristo aqueles que devem ser chamados e discipulados.
O coração de Deus pulsa pelo mundo todo.
Deus disse a Abraão: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra”.
Apocalipse 5:9 diz que Deus comprou com o sangue do Seu Filho os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação.
A leitura errada de Atos 1:8: Não é primeiro aqui, depois lá. Mas tanto quanto, ou seja, concomitantemente.
IV. AS IMPLICAÇÕES DA GRANDE COMISSÃO
1. Envolve a integração dos novos convertidos – v. 19
A igreja é importante.
Não existe crente isolado, fora do corpo. Não existe ovelha fora do rebanho.
A igreja foi instituída pelo Senhor e os novos crentes devem ser integrados a ela pelo batismo.
2. Envolve ensino aos novos convertidos – v. 19
Há três coisas a destacar:
a) Ensinar o que Jesus mandou (v. 19) – Não se trata de ensinar achiologia, modismos, tradições humanas, legalismo. Paulo diz que devemos anunciar todo o desígnio de Deus.
b) Ensinar todas as coisas (v. 19) – Não apenas as mais agradáveis. Devemos ensinar toda a verdade, toda a Palavra, dar não apenas o leite, mas também o alimento sólido.
c) Ensinar a guardar – Ensinar não é apenas guardar na cabeça, mas obedecer. O discípulo é aquele que obedece. Hoje, as pessoas querem conhecer, mas não querem obedecer. “Vós sois meus discípulos se fazeis o que eu vos mando”.
V. MOTIVOS PARA CUMPRIR A GRANDE COMISSÃO – v. 18-20
1. O poder de Jesus à nossa disposição – v. 18
Se Jesus tem todo poder e autoridade, não sobrou nada para o diabo.
O diabo é astuto, ardiloso, sagaz. Mas Jesus tem todo o poder no céu e na terra.
O poder do diabo foi tirado na cruz (Cl 2:15). Ele foi despojado. Está oco, vazio.
O diabo não tem poder nem no inferno. Apocalipse 1 diz que as chavas da morte e do inferno estão nas mãos de Jesus. As portas do inferno não prevalecem contra a igreja.
Toda a suprema grandeza do seu poder está à nossa disposição (Ef 1:19).
2. A presença de Jesus – v. 20
A presença de Jesus é contínua, em todo lugar. Ele nunca nos desampara, nunca nos deixa. Ele é como sombra à nossa direita. Ele é o vigia que não dormita nem dorme. Não há situação em que sua presença não esteja conosco. Ele está conosco na vida e na morte, no tempo e na eternidade.
3. A ordem de Jesus – v. 19
Se o Rei soberano do universo deu uma ordem, cabe-nos obedecer.
CONCLUSÃO
Você tem feito discípulos? Você tem buscado os perdidos? Você tem sido um ministro da reconciliação? Você tem gerado filhos espirituais? Você ganhado pessoas para Cristo? Uma alma vale mais do que o mundo inteiro.
A lista de Shindler – “Quem salva uma vida, salva o mundo inteiro”.
Rev. Hernandes Dias Lopes (www.hernandesdiaslopes.com.br
Ter dois olhos saudáveis não é o suficiente para enxergar claramente. Sei disso por experiência. Após uma série de cirurgias nos olhos para reconstituir um descolamento de retina, ambos os olhos enxergavam bem, mas recusavam-se a cooperar entre si. Um olho via coisas distantes e o outro via coisas próximas. Mas, em vez de trabalharem juntos, eles lutavam pela supremacia. Até conseguir ter uma nova prescrição para óculos, três meses mais tarde, meus olhos permaneceram sem foco.
Algo semelhante acontece na nossa visão de Deus. Algumas pessoas focalizam melhor em Deus quando o veem como “perto” — quando pensam nele como intimamente presente em sua vida diária. Outros cristãos veem Deus mais claramente como “distante” ou muito além de tudo que podemos imaginar, governando o Universo em poder e majestade.
Embora as pessoas discordem sobre qual visão é melhor, a Bíblia funciona como uma lente de grau, ajudando-nos a ver que as duas são corretas. O rei Davi apresenta as duas visões no Salmo 145: “Perto está o Senhor de todos os que o invocam…” (v.18) e “Grande é o Senhor e mui digno de ser louvado; e a sua grandeza é insondável” (v.3).
Felizmente, nosso Pai celestial está perto para ouvir as nossas orações, e tão acima em poder, que consegue satisfazer a todas as necessidades.
Deus é grande o suficiente para cuidar das menores necessidades.
Certo homem que cresceu numa fazenda na parte oeste do Texas conta sobre um velho e frágil moinho de vento que ficava ao lado do celeiro de sua família e bombeava água para o lugar. Ele era a única fonte de água em quilômetros de distância.
Com vento forte, o moinho trabalhava bem, mas, com brisa leve, não girava. Era necessário virar manualmente o cata-vento até a hélice voltar-se diretamente para o vento. O moinho de vento só supria a fazenda de água quando estava adequadamente posicionado.
Penso nessa história quando me encontro com pastores de pequenas igrejas em áreas remotas. Muitos se sentem isolados e sem apoio; são cuidadores com os quais ninguém parece importar-se. Como consequência, eles se fatigam e fazem grande esforço para levar a água que traz vida ao seu rebanho. Gosto de contar-lhes sobre o velho moinho e nossa necessidade de nos reposicionarmos diariamente — voltarmo-nos intencionalmente para o Senhor e Sua Palavra e beber profundamente dele, que é a fonte de água viva.
O que é verdade para os pastores também é verdade para todos. O servir a Deus flui do interior para o exterior. Jesus disse: “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (João 7:38). Quando Deus fala ao nosso íntimo, somos capazes de tocar as vidas de outras pessoas. Para refrigerar outros, voltemos regularmente à Fonte da vida.
Quando você estiver cansado das lutas da vida, encontre forças no Senhor.
SERMÃO DOMINICAL DO MISSº VERONILTON PAZ (CONGREGAÇÃO PRESBITERIANA SITIO SERROTE)
TEXTO: III JOÃO V. 5–8
O elogio de Gaio
5 Amado, procedes fielmente em tudo o que fazes para com os irmãos, especialmente para com os estranhos,
6 os quais diante da igreja testificaram do teu amor; aos quais, ao encaminhares na sua viagem de um modo digno de Deus, bem farás;
7 porque por amor do Nome saíram, sem nada aceitar dos gentios.
8 Portanto aos tais devemos acolher como irmãos, para que sejamos cooperadores da verdade.
EXÓRDIO:
Um homem chamado Alexandre da Macedônia, ou Alexandre, o grande como alguns o alcunham. Este homem foi um grande guerreiro e responsável pela expansão do império Helenista desde a Macedônia até as Índias. Em um dia um soldado seu escondeu-se para não ir à guerra. Foi encontrado o soldado fujão e levado à presença do general Alexandre, este perguntou ao soldado sobre o porquê da fuga, ele respondeu que estava com medo da guerra. Alexandre deu um soco violento na mesa e disse: “- Você está louco? Soldado meu não foge à luta”. Ainda perguntou ao jovem praça qual seu nome, o jovem respondeu: - Meu nome é Alexandre, senhor! Alexandre o jogou contra a parede e esbravejou: - Ou muda de conduta, ou mude de nome. Nós temos o nome mais precioso sobre nossas vidas que é de servo de Cristo. Como está nossa conduta? Será preciso Cristo pedir para nós mudarmos de conduta ou de nome?
NARRAÇÃO:
A terceira carta de João tem o propósito da terceira carta é elogiar a Gaio, leigo leal e ativo que tinha consideráveis bens, por sua hospitalidade cristã, dando acolhida a pregadores que viajavam de uma cidade para outra, e ajudando-os no caminho, participando assim em sua obra missionária. A carta refere-se também a determinada circunstância interna da igreja, que envolve Gaio e Diótrefes dois líderes, o primeiro com a visão de Cristo e o segundo dominado por um coração orgulhoso e carnal. Gaio é visto por João, o Apóstolo como um exemplo de Cristão como veremos nesta mensagem que é a continuidade da que foi trazida anteriormente:
TEMA: CARACTERÍSTICAS DO CRISTÃO GAIO (CONTINUAÇÃO)
1. TRATAVA BEM OS QUE CHEGAVAM À IGREJA. V.5-6a
1.1. Tanto os crentes locais como os estrangeiros eram bem tratados por Gaio. V.5
“Amado, procedes fielmente em tudo o que fazes para com os irmãos, especialmente para com os estranhos”.
1.2. O seu tratamento gentil demonstrava o amor que tinha pelas pessoas
“Os quais diante da igreja testificaram do teu amor...”
2. ERA UM COOPERADOR NA OBRA MISSIONÁRIA. V. 6B-8
2.1. Abastecia os missionários de modo digno. V.6b
“Aos quais, ao encaminhares na sua viagem de um modo digno de Deus, bem farás”.
2.1.1. Aqueles missionários anunciavam a Jesus pela fé. V.7
“Porque por amor do Nome saíram, sem nada aceitar dos gentios”.
2.1.2. Aqueles missionários deveriam ser acolhidos como irmãos. V.8a
“Portanto aos tais devemos acolher como irmãos...”
2.2. Era um cooperador da verdade junto com aqueles missionários. V.8b
“... para que sejamos cooperadores da verdade”.
CONCLUSÃO:
Nós vimos nesta mensagem que Gaio tinham algumas características que o identificavam como um cristão como: Tratamento gentil aos que chegavam à Igreja e sendo um cooperador da obra missionária. Eu pergunto: Nós temos características de um verdadeiro cristão? Se Cristo nos desafiasse a mudar de conduta ou de nome como fez Alexandre a seu soldado, o que faríamos?
APLICAÇÃO:
Musica:nc 312
Desafio: Mudança de vida com um cristainismo prático
Oração: Por um cristianismo prático
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O Salmo 126 descreve a vida do povo de Deus em três perspectivas distintas: Passado (v. 1-3), Presente (v. 4) e Futuro (v. 5,6). Ao olharem para o passado, eles exultavam pelo livramento do exílio. Ao olharem para o presente, viam-se áridos como o deserto do Negueve. Ao olharem para o futuro, sentiam-se desafiados a sair e semear, ainda que precisassem regar o solo duro com suas lágrimas, na certeza de que voltariam com júbilo trazendo seus feixes.
Concentrando-nos apenas no versículo 4, destacaremos neste artigo, a necessidade da restauração da igreja. Os tempos passaram, mas as necessidades da igreja contemporânea são as mesmas do povo de Deus do longínquo passado. Destacaremos, aqui cinco verdades:
Em primeiro lugar, um passado de glória não é garantia de presente glorioso. O povo saiu do cativeiro, rompeu os grilhões do exílio e voltou para sua terra depois de setenta anos na Babilônia. Deus fez coisas portentosas e eles estavam alegres por isso. As nações testemunharam os grandes feitos de Deus na vida deles. Mas, as vitórias do passado não serviam mais para viverem vitoriosamente no presente. Precisavam de restauração. Estavam tão árido como um deserto. Não moramos no passado. Somos uma igreja histórica, mas não vivemos apenas da história. Precisamos andar com Deus hoje. Nossas vitórias do passado são medidas mínimas do que Deus pode fazer em nossa vida hoje.
Em segundo lugar, a sequidão hoje não é motivo de desânimo, mas de clamor. Ao olharem para o presente e verem o deserto instalado na vida deles, não ficaram rendidos a uma nostalgia doentia, mas cobraram ânimo para clamarem a Deus por restauração. Deus também fez coisas grandes por nossos pais no passado. Aconteceram portentosos avivamentos. Mas, hoje, o cenário parece cinzento. A crise nos mostra sua carranca. Em vez de ficarmos desalentados, porém, devemos nos levantar e clamar: Ó Senhor, restaura a nossa sorte!
Em terceiro lugar, a restauração é uma obra soberana de Deus. O Salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes do Negueve”. Não produzimos nossa própria restauração. O remédio para uma igreja enferma não está na panaceia das novidades do mercado da fé, mas no próprio Senhor. O reavivamento da igreja vem do próprio Deus. Só ele pode restaurar nossa sorte. Só de Deus vem nossa cura. Só o Senhor pode levantar um exército poderoso de um vale de ossos secos. Correr atrás de novidades e abraçar doutrinas estranhas às Escrituras longe de trazer revitalização da igreja, a adoece e a debilita ainda mais. Deus é a fonte da nossa restauração.
Em quarto lugar, a restauração é resultado da oração. O Salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte”. O fervor espiritual da igreja vem de Deus por meio da oração. Em vez de ficarmos lamentando nossa condição, devemos dobrar nossos joelhos e levantar nossas mãos ao Senhor em profundo clamor: “Restaura, Senhor, a nossa sorte”. O reavivamento espiritual vem como resposta da oração. Quando o incenso da oração sobe, a restauração desce. Quando nos curvamos diante de Deus, o próprio Senhor nos levanta diante dos homens. Quando a igreja ora, o braço de Deus age em seu favor.
Em quinto lugar, a restauração é um milagre de Deus. O Salmista roga a Deus para fazer na vida do povo o mesmo que faz na natureza: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes no Negueve”. O deserto do Negueve é o maior deserto da Judéia, com montes e vales de areias escaldantes. Naquela sequidão estéril, um fenômeno acontece. De vez em quando, as chuvas invernais, abrem sulcos nas areias, e as torrentes correm dos montes para os vales e por onde essas torrentes passam tudo é restaurado. O Salmista pede para Deus fazer o mesmo milagre na vida do seu povo. O deserto pode florescer, os vales áridos podem se tornar fontes de vida. Do mesmo modo, a igreja pode ser restaurada!
Rev. Hernandes Dias Lopes (www.hernandesdiaslopes.com.br)
Estatísticas são traiçoeiras. Apesar de os números nos darem informações, às vezes eles também podem nos dessensibilizar em relação às pessoas que representam. Percebi isto recentemente ao ler uma estatística: A cada ano, 15 milhões de pessoas morrem de fome. É assustador e, para aqueles dentre nós que vivem em culturas de abundância, é difícil compreender. Em 2008, quase nove milhões de crianças morreram antes de completar cinco anos de vida, com um terço dessas mortes relacionadas à fome. Tais números são impressionantes, mas significam muito mais do que apenas números. Representam indivíduos amados por Deus.
Podemos mostrar o coração amoroso do Pai reagindo às necessidades físicas das pessoas. Salomão escreveu: “O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece do necessitado” (Provérbios 14:31). Podemos mostrar misericórdia ao necessitado, trabalhando como voluntários numa cozinha de albergue público, auxiliando na busca de emprego, apoiando financeiramente a perfuração de poços em locais carentes de água potável, distribuindo alimento em regiões atingidas pela pobreza, ensinando um ofício ou fornecendo almoços para crianças em idade escolar.
Aceitar essa responsabilidade honra o Pai e Seu cuidado por todos. E os famintos poderão ouvir melhor a mensagem da cruz se os seus estômagos não estiverem roncando.
Quanto mais compreendermos o amor de Deus por nós, mais o demonstraremos aos outros.
BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER
PERGUNTA 31. Que é vocação eficaz?
R. Vocação eficaz é a obra do Espírito Santo, pela qual, convencendo-nos do nosso pecado, e da nossa miséria, iluminando nossos entendimentos pelo conhecimento de Cristo, e renovando a nossa vontade, nos persuade e habilita a abraçar Jesus Cristo, que nos é oferecido de graça no Evangelho.
Ref. 1Ts 2.13; At 2.37; 26.18; Ez 36.25-27; 2Tm 1.9; Fp 2.13; Jo 6.37, 44-45.
PERGUNTA 32. Que bênçãos gozam nesta vida aqueles que são eficazmente chamados?
R. Aqueles que são eficazmente chamados, gozam, nesta vida, da justificação, adoção e santificação, e das diversas bênçãos que acompanham estas graças ou delas procedem.
Ref. Rm 8.30; Ef 1.5; 1Co 1.30.
PERGUNTA 33. Que é justificação?
R. Justificação é um ato da livre graça de Deus, no qual Ele perdoa todos os nossos pecados, e nos aceita como justos diante de Si, somente por causa da justiça de Cristo a nós imputada, e recebida só pela fé.
Ref. Ef 1.7; 2Co 5.21; Rm 4.6; 5.18; Gl 2.16.
PERGUNTA 34. Que é adoção?
R. Adoção é um ato de livre graça de Deus, pelo qual somos recebidos no número dos filhos de Deus, e temos direito a todos os seus privilégios.
Ref. 1Jo 3.1; Jo 1.12; Rm 8.14-17.
PERGUNTA 35. Que é santificação?
R. É a obra da livre graça de Deus, pela qual somos renovados em todo o nosso ser, segundo a imagem de Deus, e habilitados a morrer cada vez mais para o pecado e a viver para a retidão.
Ref. 1Pe 1.2; Ef 4.20-24; Rm 6.6; 12.1-2.
Catecismo vem do grego e significa ensino.
Meus netos amam brincar com pequenos blocos de construção coloridos que capturam sua imaginação para construir fortalezas, aviões, casas ou sejam quais forem as instruções.
Esvaziando o conteúdo da caixa no chão, meus netos começam a montar as peças. Mas, logo acham que não precisam consultar as instruções. Isso acaba levando a um ponto em que percebem que construir de acordo com seus próprios instintos traz resultados ruins. Assim, eles desmontam tudo e recomeçam — mas, desta vez, conscientes da importância que devem dar às instruções.
Há partes de sua vida que você precisa reconstruir de acordo com as instruções de Deus? Se você tem Jesus Cristo como seu alicerce, comece a seguir Seu projeto de vida. Paulo escreveu: “…Porém cada um veja como edifica” sobre o alicerce (1 Coríntios 3:10-11). Qual é o projeto? Considerar os outros superiores a si mesmo, servindo-os humildemente (Filipenses 2:3-4), dar generosamente dos seus recursos aos necessitados (Tiago 2:14-17), responder com amor aos que lhe perseguem (Romanos 12:14-21). Estas são apenas algumas das peças que Deus deseja que você monte para edificar uma vida digna de ser Seu templo (1 Coríntios 3:16).
A Bíblia é o projeto de vida do cristão.
BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER
PERGUNTA 26. Como exerce Cristo as funções de rei?
R. Cristo exerce as funções de rei, sujeitando-nos a si mesmo, governando-nos e protegendo-nos, contendo e subjugando todos os seus e os nossos inimigos.
Ref. Sl 110.3; At 2.36; 18.9-10; Is 9.6-7; 1Co 15.26-27.
PERGUNTA 27. Em que consistiu a humilhação de Cristo?
R. A humilhação de Cristo consistiu em Ele nascer, e isso em condição baixa, feito sujeito à lei; em sofrer as misérias desta vida, a ira de Deus e amaldiçoada morte na cruz; em ser sepultado, e permanecer debaixo do poder da morte durante certo tempo.
Ref. Lc 2.7; Fp 2.6-8; Gl 4.4; 3.13; Is 53.3; Mt 27.43; 1Co 15.3-4.
PERGUNTA 28. Em que consiste a exaltação de Cristo?
R. A exaltação de Cristo consiste em Ele ressurgir dos mortos no terceiro dia; em subir ao Céu e estar sentado à mão direita de Deus Pai, e em vir para julgar o mundo no último dia.
Ref. 1Co 15.4; Ef 1.20-21; At 17.31.
PERGUNTA 29. Como nos tornamos participantes da redenção adquirida por Cristo?
R. Tornamo-nos participantes da redenção adquirida por Cristo pela eficaz aplicação dela a nós pelo Seu Santo Espírito.
Ref. Jo 1.12; 3.5-6; Tt 3.5-6.
PERGUNTA 30. Como nos aplica o Espírito a redenção adquirida por Cristo?
R. O Espírito aplica-nos a redenção adquirida por Cristo, operando em nós a fé, e unindo-nos a Cristo por meio dela em nossa vocação eficaz.
Ref. Gl 2.20; Ef 2.8; 1Co 12.12-13.
O livro dos Salmos é uma coletânea de cânticos, orações e lamentos do povo de Deus, escrito por vários autores, desde os dias de Davi até o período pós-cativeiro babilônico. Há mais de cem citações do livro de Salmos no Novo Testamento. Isso prova sua relevância na história da redenção. Esse livro tem sido uma fonte de consolo para a igreja de Deus ao longo dos séculos até aos dias atuais.
O Salmo 1 é a porta de entrada deste, que é o maior livro da Bíblia. Destacaremos, aqui, três lições importantes deste Salmo.
Em primeiro lugar, um contraste profundo é apresentado. O autor sagrado faz um profundo contraste entre o ímpio e o justo. Enquanto o ímpio é como uma palha que o vento dispersa, o justo é como uma árvore plantada junto à fonte. Enquanto o ímpio está seco espiritualmente, o justo tem verdor mesmo nos tempos de sequidão. Enquanto o ímpio não tem frutos que agradam a Deus, o justo produz frutos na estação certa. Enquanto o ímpio não tem estabilidade e é jogado de um lado para o outro pelo vendaval, o justo tem suas raízes firmadas no solo da fidelidade de Deus. Enquanto o ímpio tem suas obras reprovadas por Deus, o justo tem sucesso em tudo quanto faz. Enquanto o ímpio busca a roda dos escarnecedores, o justo se deleita na lei do Senhor. Enquanto o ímpio não terá assento na assembleia do santos nem prevalecerá no juízo, o justo será conduzido por Deus na história e recebido na glória. Enquanto o caminho do ímpio perecerá, o caminho do justo é conhecido por Deus. É tempo de você refletir sobre sua vida. Quem é você? Onde está o seu prazer? Onde está o seu tesouro? Em qual dessas duas molduras você pode colocar sua fotografia? Lembre-se: o ímpio pode parecer feliz, mas seu fim é trágico. Mas, o justo, mesmo passando por provas na vida, é bem-aventurado.
Em segundo lugar, um caminho de felicidade é descortinado. A felicidade existe e pode ser experimentada. É legítima e compatível com a fé cristã. Essa iguaria especial da alma não se encontra no conselho dos ímpios, daqueles que se esquecem de Deus. Esse tesouro tão cobiçado não é encontrado no caminho largo dos pecadores nem mesmo na mesa, onde os escarnecedores rasgam a cara em ruidosas gargalhas prenhes de escárnio. Onde está a felicidade? Você é feliz em primeiro lugar, por aquilo que evita. Você sorve o néctar da felicidade quando tapa os ouvidos ao conselho dos ímpios, quando afasta seus pés do caminho dos pecadores e quando não busca um lugar junto à mesa na roda dos escarnecedores. Em segundo lugar, você é feliz por aquilo que você faz. Uma pessoa feliz nutre sua alma com os jorros benditos que emanam da lei de Deus. A felicidade está em alimentar a mente com a verdade de Deus e ser governado por essa verdade. Em terceiro lugar, você é feliz por quem você é. Uma pessoa feliz é como uma árvore frondosa, de folhas viçosas e frutos excelentes, que mesmo na adversidade, não perde sua beleza nem escasseia seus frutos. Uma pessoa feliz tem sucesso constante, uma vez que tudo quanto faz será bem sucedido.
Em terceiro lugar, um juízo inevitável é anunciado. Os ímpios são aqueles que não levam Deus em conta. Esses não têm segurança diante das tempestades da vida e serão levados como a palha que o vento dispersa. Os pecadores são aqueles que deliberada e conscientemente andam na contramão da vontade de Deus e transgridem a lei de Deus. Esses, mesmo sendo religiosos e tendo seu nome no rol de membros de uma igreja não permanecerão na congregação dos justos. Os perversos são aqueles que, além de rejeitarem a verdade, escarnecem de Deus e zombam da fé cristã. Esses podem prevalecer no juízo dos homens, subornando os tribunais e amordaçando a justiça, mas jamais prevalecerão no juízo de Deus. Ímpios, pecadores e perversos podem vender uma imagem glamorosa do pecado e podem passar a imagem de que estão sorvendo todas as taças da felicidade, mas sua alegria é ilusória, sua vida é vazia e sua condenação no juízo é certa. É preciso abrir os ouvidos da alma para escutar a retumbante voz do salmista, quando conclui, dizendo: “Pois o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá”.
Rev. Hernandes Dias Lopes
Fonte: www.hernandesdiaslopes.com.br
Na sala de audiência, enquanto esperava sua causa ser apresentada ao juiz, Geraldo escutou histórias, uma após outra, de pessoas que perderam suas casas. Muitas passaram pela experiência como se estivessem familiarizadas com o fato. Mas, uma mulher chamada Leila parecia desnorteada. Geraldo achou que ela não sabia o que fazer ou para onde recorrer.
Ele tentou silenciar a voz calma em seu interior que o incitava a ajudar, mas não conseguiu. Pensou em muitas razões para não se envolver. Primeiro, puxar conversa com estranhos não era seu ponto forte; segundo, ele receava ser mal interpretado. Mas, achou que a instigação vinha de Deus e não quis arriscar ser desobediente.
Quando Geraldo viu Leila deixando a sala do tribunal, falou com ela. “Senhora”, disse ele, “escutei seu testemunho na sala de audiência e creio que Deus deseja que eu lhe ajude”.
No início, Leila suspeitou, mas Geraldo assegurou-lhe sobre sua sinceridade. Ele deu alguns telefonemas e colocou-a em contato com pessoas de uma igreja local que prestaram a ajuda que ela precisava para manter sua casa.
Deus nos chamou para servirmos de fato e de verdade (1 João 3:18). Quando sentimos Seu incitamento para que ajudemos alguém, devemos estar dispostos a dizer: “Creio que Deus deseja que eu lhe ajude”.
Fazemos o nosso melhor quando servimos aos outros.
A igreja do pastor Audley Black, perto da costa sul da Jamaica, está num programa de construção desde, pelo menos, 2005. Naquele ano eu visitei aquela igreja pela primeira vez e vi que estavam expandindo. A última vez que estive lá — no primeiro trimestre de 2011 —, algumas paredes já tinham sido erguidas. Nos meses seguintes, eles começaram a construir o teto. Ao sugerir ao pastor Black que talvez a igreja esteja concluída por volta de 2013, quando eu imagino retornar, ele respondeu que esta seria uma possibilidade.
Não havia nenhum indício de decepção por esse projeto poder se alongar por oito anos ou mais! Não, o pastor Black e seu povo estão entusiasmados com o que Deus está fazendo e são pacientes com o Seu tempo.
Frequentemente, não somos pacientes assim. Queremos que nossa igreja cresça rápido, que nossos jovens amadureçam imediatamente e que nossos problemas sejam resolvidos na hora.
Talvez precisemos ser lembrados de que algumas coisas levam tempo — o tempo de Deus. Por exemplo, quando os israelitas deixaram o Egito, Deus os enviou ao longo caminho para a Terra Prometida (Êxodo 13:17-18). Durante esse tempo, Ele os preparou, ensinou e desafiou.
Em nosso mundo de micro-ondas, queremos tudo feito instantaneamente. Mas, às vezes, esse não é o plano de Deus. Busquemos a ajuda de Deus e aprendamos a aceitar o Seu tempo.
O tempo de Deus pode mover-se lentamente, mas move-se com segurança.
BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER
PERGUNTA 21. Quem é o Redentor dos escolhidos de Deus?
R. O único redentor dos escolhidos de Deus é o Senhor Jesus Cristo que, sendo o eterno Filho de Deus, se fez homem, e assim foi e continua a ser Deus e homem em duas naturezas distintas, e uma só pessoa, para sempre.
Ref. 1Tm 2.5; Jo 1.14; Rm 9.5; Cl 2.9; Hb 13.8.
PERGUNTA 22. Como Cristo, sendo o Filho de Deus, se fez homem?
R. Cristo, o Filho de Deus, fez-se homem tomando um verdadeiro corpo, e uma alma racional, sendo concebido pelo poder do Espirito Santo no ventre da virgem Maria, e nascido dela, mas sem pecado.
Ref. Hb 2.14; Mt 26.38; Lc 2.52; 1.31, 35; Hb 4.15.
PERGUNTA 23. Que funções exerce Cristo como nosso Redentor?
R. Cristo, como nosso Redentor, exerce as funções de profeta, sacerdote e rei, tanto no seu estado de humilhação como no de exaltação.
Ref. At 3.22; Hb 5.5-6; Sl 2.6; Jo 1.49.
PERGUNTA 24. Como exerce Cristo as funções de profeta?
R. Cristo exerce as funções de profeta, revelando-nos, pela sua Palavra e pelo seu Espírito, a vontade de Deus para a nossa salvação.
Ref. Jo 1.18; Hb 1.1-2; Jo 14.26; 16.13.
PERGUNTA 25. Como exerce Cristo as funções de sacerdote?
R. Cristo exerce as funções de sacerdote, oferecendo-se a si mesmo uma vez em sacrifício, para satisfazer a justiça divina, reconciliar-nos com Deus e fazendo contínua intercessão por nós.
Ref. Hb 9.28; Rm 3.24-26; 10.4; Hb 2.17; 7.25; Is 53.12.
DINÂMICA DO BONECO
-Objetivo: União do grupo, trabalho em equipe
-Material: 2 folhas de papel para cada participante, canetas hidrocor, fita adesiva, cola e tesoura.
-Descrição: Cada membro do grupo deve desenhar em uma folha de papel uma parte do corpo humano, sem que os outros saibam.
Após todos terem desenhado, pedir que tentem montar um boneco ( na certa não vão conseguir pois, Terão vários olhos e nenhuma boca... ). Em seguida, em outra folha de papel, pedir novamente que desenhem as partes do corpo humano (só que dessa vez em grupo) Eles devem se organizar, combinando qual parte cada um deve desenhar. Em seguida, após desenharem, devem montar o boneco. Terminada a montagem, cada membro deve refletir e falar sobre como foi montar o boneco. Quais a dificuldades, etc. ...
BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER
PERGUNTA 16. Caiu todo o gênero humano pela primeira transgressão de Adão?
R. Visto que o pacto foi feito com Adão não só para ele, mas também para sua posteridade, todo gênero humano que dele procede por geração ordinária, pecou nele e caiu com ele na sua primeira transgressão.
Ref. Gn 1.28; At 17.26; 1Co 15.21-22; Rm 5.12-14.
PERGUNTA 17. Qual foi o estado a que a queda reduziu o gênero humano?
R. A queda reduziu o gênero humano a um estado de pecado e miséria.
Ref. Rm 5.12.
PERGUNTA 18. Em que consiste o estado de pecado em que o homem caiu?
R. O estado de pecado em que o homem caiu consiste na culpa do primeiro pecado de Adão, na falta de retidão original e na corrupção de toda a sua natureza, o que ordinariamente de chama Pecado Original, juntamente com todas as transgressões atuais que procedem dele.
Ref. Rm 5.18-19; Ef 2.1-3; Rm 8.7-8; Sl 51.5.
PERGUNTA 19. Qual é a miséria do estado em que o homem caiu?
R. Todo o gênero humano pela sua queda perdeu comunhão com Deus, está debaixo da sua ira e maldição, e assim sujeito a todas as misérias nesta vida, à morte e às penas do Inferno para sempre.
Ref. Gn 3.8, 24; Ef 2.3; Rm 6.23; Mt 25.41-46.
PERGUNTA 20. Deixou Deus todo o gênero humano perecer no estado de pecado e miséria?
R. Tendo Deus, unicamente pela sua boa vontade desde toda a eternidade, escolhido alguns para a vida eterna, entrou com eles em um pacto de graça, para os livrar do estado de pecado e miséria, e trazer a um estado de salvação por meio de um Redentor.
Ref. Ef 1.4; Tt 1.2; 3.4-7; Jo 17.6.
Vejam que estes catecismos reformados são todos bem embasados na Bíblia, não tem nada de tradição humana como alguns querem sugerir, e não estão em pé de igualdade com a Bíblia, mas expõem o que está escrito nela.
BREVE CATECISMO DE WESTMINSTER
PERGUNTA 11. Quais são as obras da providência de Deus?
R. As obras da providência de Deus são a sua maneira muito santa, sábia e poderosa de preservar e governar todas as suas criaturas, e todas as ações delas.
Ref. Sl 145.17; 104.10-24; Hb 1.3; Mt 10.29-30; Os 2.6.
PERGUNTA 12. Que ato especial de providência exerceu Deus para com o homem no estado em que ele foi criado?
R. Quando Deus criou o homem, fez com ele um pacto de vida, com a condição de perfeita obediência: proibindo-lhe comer da árvore da ciência do bem e do mal, sob pena de morte.
Ref. Gl 3.12; Gn 2.17.
PERGUNTA 13. Conservaram-se nossos primeiros pais no estado em que foram criados?
R. Nossos primeiros pais, sendo deixados à liberdade da sua própria vontade, caíram do estado em que foram criados, pecando contra Deus.
Ref. Rm 5.12; Gn 3.6.
PERGUNTA 14. Que é pecado?
R. Pecado é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus, ou qualquer transgressão desta lei.
Ref. Tg 2.10; 4.17; 1Jo 3.4.
PERGUNTA 15. Qual foi o pecado pelo qual nossos primeiros pais caíram do estado em que foram criados?
R. O pecado pelo qual nossos primeiros pais caíram do estado em que foram criados foi o comerem do fruto proibido.
Ref. Gn 3.12-13; Os 6.7.
Os propósitos da igreja Podemos entender os propósitos da igreja em termos de ministério para com Deus, com os crentes e com o mundo. 1. Ministério para com Deus: Adoração. Em relação a Deus, o propósito da igreja é adorá-lo. Paulo aconselha a igreja de Colossos:”Cantem salmos,hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração” (Cl 3.16). Deus nos destinou em Cristo e nos separou “a fim de que nós sejamos para o louvor da sua glória” (Ef 1.12).A adoração na igreja não é meramente a preparação para algo mais; ela é em si mesma o cumprimento do maior propósito da igreja com referência ao seu Senhor. Essa é a razão pela qual Paulo exortou os efésios a aproveitar “ao máximo cada oportunidade”, associando isso com o mandamento para que se enchessem do Espírito e, então, falassem entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor” (Ef 5.16-19). 2. Ministério para com os crentes: Fortalecimento. Segundo a Escritura, a igreja tem a obrigação de fortalecer os que já são crentes e edificá-los para chegarem à maturidade da fé. Paulo disse que seu alvo não era simplesmente trazer pessoas à fé inicial, mas advertir e ensinar “a cada um com toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo” (Cl 1.28). E ele disse à igreja de Éfeso que Deus deu à igreja pessoas capacitadas “com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” (Ef 4.12,13). É claramente contrário ao padrão do NT pensar que o nosso único objetivo com as pessoas é trazê-las à fé salvadora inicial. Nosso alvo como igreja deve ser apresentar perante Deus todo cristão “perfeito em Cristo” (CL 1.28). 3. Ministério para com o mundo: Evangelização e misericórdia. Jesus disse aos discípulos que eles deveriam fazer “discípulos de todas as nações” (Mt 28.19). Essa obra evangelística de declarar o evangelho é o ministério primário que a igreja tem para com o mundo. Todavia, um ministério de misericórdia deve vir acompanhando o ministério de evangelização, um ministério que inclua a preocupação com os pobres e necessitados, em nome do Senhor. Embora a ênfase do NT seja sobre dar ajuda material aos que são parte da igreja (At 11.29; 2Co 8.4; lJo 3.17), há ainda a afirmação de que é justo ajudar os descrentes mesmo que eles não respondam com gratidão ou que não aceitem a mensagem do evangelho. Jesus nos diz: “Amem, porém, os seus inimigos, façam-lhes o bem e emprestem a eles, sem esperar receber nada de volta. Então, a recompensa que terão será grande e vocês serão filhos do Altíssimo, porque ele é bondoso para com os ingratos e maus. Sejam misericordiosos, assim como o pai de vocês é misericordio” (Lc 6.35,36). O argumento da explicação de Jesus é que devemos imitar Deus em ser amáveis para os que são ingratos e maus. Além disso, temos o exemplo de Jesus, que não buscou curar somente os que o aceitaram como Messias. Antes, quando grandes multidões vieram a ele, “ele os curou, impondo as mãos sobre cada um deles” (Lc 4.40). Isso deveria dar-nos encorajamento para praticar ações amáveis e orar pela cura e por outras necessidades na vida dos descrentes assim como na dos crentes. Tais ministérios de misericórdia ao mundo podem também incluir a participação em atividades cívicas ou a tentativa de influenciar a política governamental para torná-la mais compatível com os princípios morais da Bíblia. Nas áreas onde há sistematicamente injustiça manifestada no tratamento aos pobres, a grupos étnicos ou ainda a minorias religiosas, a igreja deveria também orar e — à medida que tem a oportunidade — pregar contra a injustiça. Todos esses são caminhos pelos quais a igreja pode suplementar o seu ministério evangelístico ao mundo e, de fato, embelezar o evangelho que professa. Mas tais ministérios de misericórdia ao mundo nunca devem tornar-se um substituto da genuína evangelização ou de outras áreas do ministério para com Deus e para com os crentes mencionados anteriormente. 4. Mantendo esses propósitos em equilíbrio: Uma vez que mencionamos esses propósitos para a igreja, alguém poderia perguntar: “Qual é o mais importante?”. Ou outra pessoa perguntaria: “Poderíamos considerar um desses três menos importante que os outros?”. Devemos responder que os três propósitos da igreja são ordenados por Deus na Escritura; portanto, todos são importantes e nenhum deles pode ser negligenciado. De fato, uma igreja forte terá ministérios eficazes nessas três áreas. Devemos nos precaver contra quaisquer tentativas de reduzir o propósito da igreja a somente um dos três e dizer que esse deveria ser o foco principal. De fato, tais tentativas de tornar um dos três propósitos mais importantes sempre resultarão em alguma negligência dos outros dois. Contudo, diferentemente das igrejas, os indivíduos devem estabelecer uma prioridade em relação a um ou outro desses propósitos da igreja. Porque somos iguais a um corpo com diversos dons espirituais e capacidades, é correto colocarmos ênfase maior no cumprimento do propósito da igreja que está relacionado mais de perto com os dons e interesses que Deus nos deu. Quem tem o dom de evangelização deve naturalmente gastar algum tempo com a adoração e preocupação com os crentes, mas pode acabar gastando muito mais tempo na obra evangelística. Alguém que é líder capacitado em matéria de adoração pode dedicar 90% de seu tempo na igreja à preparação e à condução do culto. Essa é apenas uma resposta apropriada para a diversidade de dons que Deus nos deu. Autor: Wayne Grudem. |
Breve Catecismo de Westminster
PERGUNTA 6. Quantas pessoas há na Divindade?
R. Há três pessoas na Divindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, e estas três são um Deus, da mesma substância, iguais em poder e glória.
Ref. Mt 3.16-17; 28.19; 2Co 13.13; Jo 1.1; 3.18; At 5.3-4; Hb 1.3; Jo 10.30.
PERGUNTA 7. Que são os decretos de Deus?
R. Os decretos de Deus são o seu eterno propósito, segundo o conselho da sua vontade, pelo qual, para sua própria glória, Ele predestinou tudo o que acontece.
Ref. Rm 11.36; Ef 1.4-6, 11; At 2.23; 17.26; Jo 21.19; Is 44.28; At 13.48; 1Co 2.7; Ef 3.10-11.
PERGUNTA 8. Como executa Deus os seus decretos?
R. Deus executa os seus decretos nas obras da criação e da providência.
Ref. Ap 4.11; Dn 4.35; Is 40.26; 14.26-27; 46.9-11; At 4.24.
PERGUNTA 9. Qual é a obra da criação?
R. A obra da criação é aquela pela qual, Deus fez todas as coisas do nada, no espaço de seis dias, e tudo muito bem.
Ref. Gn 1; Hb 11.3; Sl 33.9; Gn 1.31.
PERGUNTA 10. Como criou Deus o homem?
R. Deus criou o homem macho e fêmea, conforme a sua própria imagem, em conhecimento, retidão e santidade com domínio sobre as criaturas.
Ref. Gn 1.27-28; Cl 3.10; Ef 4.24; Rm 2.14-15; Sl 86-8.
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